Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, vai ganhar vida através de um holograma em filme sobre a banda

 

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O legado dos Mamonas Assassinas continua, mesmo depois de mais de 25 anos do acidente aéreo que tirou de cena a banda, no auge do sucesso. Muitos projetos foram adiados por causa da pandemia e começam a ganhar forma em 2022. Já em janeiro, começam em Guarulhos, em São Paulo, as filmagens do longa sobre a trajetória dos autores de clássicos que permanecem até hoje, como "Pelados em Santos" e "Robocop Gay". Uma das novidades é que Dinho Alves, que morreu com apenas 24 anos, vai ganhar vida no filme com a ajuda de efeitos especiais. O vocalista do grupo vai surgir em cena na forma de um holograma.

"Já algum tempo estamos trabalhando no holograma do Dinho, desenvolvendo essa tecnologia para o filme. Será uma surpresa e vai parecer muito real. Pessoas que tiveram importância na história da banda também serão retratadas na história, como o Gugu Liberato", revela Jorge Santana, primo do cantor e o responsável pela marca dos Mamonas, no podcast Muito + Que Uma Infância.

O roteiro do filme foi escrito pelo autor Carlos Lombardi e tem por trás a mesma produtora de longas de sucesso, como "Se eu fosse você" e "Assalto ao Banco Central". Apesar da "aparição" de Dinho, com o uso de um holograma, atores viverão os integrantes da banda, e caberá a Ruy Brissac interpretar novamente o vocalista, já vivido por ele num musical.

O grupo ainda vai virar tema de um videogame e de um museu, que está sendo planejado em Guarulhos, cidade onde nasceram os integrantes: "Queremos criar dentro dele um estúdio para jovens músicos gravarem e ensaiarem, que tenham chance de fazer uma carreira como tiveram os meninos".







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