AWAKE: O Caos no Mundo é explorado na obra de suspense da NETFLIX

 O diretor Mark Raso contou, em entrevista a Coming Soon, que optou por não colocar um grande vilão em Awake. A proposta da narrativa é mostrar como todos seres humanos possuem dois lados. “Algo que foi muito importante para mim é que não existissem personagens malignos na no enredo. Não há bem e mal neste filme, embora possamos perceber os indivíduos como bons e ruins. Quis apresentar como reagimos diante de algo tão estressante. Quais escolhas tomamos como sociedade quando carregamos um fardo.”

 
 Foto: Montagem/Reprodução.

Outro ponto que o diretor apresenta é que seu filme é um vislumbre do que está acontecendo durante a pandemia. Isso porque, segundo ele, em meio à atual realidade, muitas pessoas estão reagindo de um modo desequilibrado e agressivo.


Em entrevista a SfyWire, Gina Rodriguez declarou que a força que sua protagonista carrega na trama foi essencial para desconstruir estereótipos. “Em vários momentos, Jill expressa uma energia feminina diferente e, por isso, vai contra uma norma de gênero que se perpetua. A ideia foi retratar uma mulher que acumulou tanto em sua história nos e que vai além de seu papel de mãe.”


Além disso, a atriz conta que admirou roteiro de Awake por fazer críticas ao domínio da tecnologia em nossa sociedade e percebe quão grave é essa presença tão forte. “A ideia de que podemos ser atingidos por uma onda eletromagnética que acaba com toda a tecnologia e por isso ficamos desnorteados, mostra como somos dependentes disso, e do quanto nossos corpos se tornaram esses programas robóticos. Então, é assustador porque é muito real.”


Portanto, se você gostou de filmes como Bird Box (2018) ou Um Lugar Silencioso (2018), não deixe de assistir Awake já disponível no catálogo da Netflix.


SINOPSE E TRAILER OFICIAIS

O caos se instala no planeta depois que um acontecimento global neutraliza todos os equipamentos eletrônicos e acaba com a capacidade humana de dormir. Mas Jill (Gina Rodriguez), uma ex-militar com um passado problemático, pode ter a chave para a cura: sua própria filha.









Fonte: Fala Universidades

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